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MONUMENTAL CORRIDA DE TOIROS DA GANADARIA: Blog, Martins e Filhos

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Philos Sophia

Os posts de Chiquito Hernadez também tem um teor intelectual, humm…pseudo-intelectual vá! Aliás tão pseudo-intelectual que a sua intelectualidade o impede de fazer uma reflexão sobre o pseudo-intelectualismo. É tão imensamente intelectual que se refere a si mesmo na 3ª pessoa, algo que aprendeu com um outro grande intelectual, Mário Jardel. E claro que no seu pseudismo também entram palavras giras como “quimera”, “zelote”e “crepúsculo”.
Bom, para provar a minha pseudo-intelectualidade adianto que a teoria das Ideias do Platão, as criticas do Kant, o criticismo bíblico do Espinosa entre outros, são assuntos que ponho de parte para me referir ao mundo actual. Prefiro dissertar sobre algo, esse “algo” é muito específico, uma vez que não tenho um objecto teórico a estudar, tenho sim uma data de palavras giras que quero adicionar, não pesquisando nada, porque isso dá muito trabalho, fazendo a banalidade de um dado adquirido se parecer com algo absolutamente genial. Aliás, julgo-me tão pseudo-genial que se o “nosso” grande Agostinho da Silva fosse vivo, provavelmente também escreveria neste blog, embora eu não fosse ler a sua obra, porque isso dá muito trabalho.
Anyway, se Aristóteles era também conhecido como “O Filosofo”, existe um pensador contemporâneo que julgo dever gozar do cognome “O Hiper-Filosofo”: Michael Jackson.
S. Agostinho, Descartes e Hegel à beira do Michael são uns meninos. Vejamos:
Não é preto nem branco, o que desperta a curiosidade para uma filosofia do conhecimento. Ao não ser preto nem branco se eu afirmo; "o homem é branco" estarei a errar? Estarei a por em causa toda uma realidade tomada como real? Mas existe realmente um mundo real exterior a mim?
Quando afirma: “Heal the world make it a better place, for you and for me and the entire human race” está a invocar a noção heideggeriana de ser-no-mundo, dasein, angustia e decisão e atenta contra Hannah Arendt na noção de Humanidade: mortalidade vs natalidade. A suas “preferências” sexuais vão ao encontro de Platão, o que é indicativo de uma base platónica na sua obra.
Reparei agora que é fácil fazer associação de ideias parvas, e passar isto como especulação…ou será filosofia de bolso?
...
Chi
quito Hernandez

1 Comentários:

Blogger A. Cruz disse...

E nas palavras desse então "hiper-filósofo", como o descreve, esta é para si e para mostrar também que se a filosofia não servir para mais nada e face ao desenvolvimento das novas técnologias, o seu post é um bom exemplo do que julgo ser uma solução para o futuro da filosoia.
Passo então a dita cuja mensagem de apoio:

"Keep On With The Force Don't Stop
Don't Stop 'Til You Get Enough"

A.Cruz

9 de janeiro de 2008 às 12:40  

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