Toureiros Forcados e Companhia LDA.

MONUMENTAL CORRIDA DE TOIROS DA GANADARIA: Blog, Martins e Filhos

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

As verdadeiras Donas de casa desesperadas













Olá!
Hoje, gostava de vos falar de uma serie televisiva.
"Donas de casa desesperadas", já ouviram falar?
O tema da série é a vida de cinco donas de casa bem giras (facto esse que acho ridículo,pois não é essa a imagem que normalmente temos de uma dona de casa...), onde assistimos ás suas lutas domésticas enquanto vários mistérios são desvendados.
O estilo da série possui elementos de drama, comédia, mistério e novela.
Confesso que nunca gostei muito de assistir aos episódios desta serie, e não era certamente a menina Eva Longoria que me ia obrigar a ficar babado a ver semelhante coisa.
Moral da historia: Depois de uma persistente pesquisa que efectuei, reparei que o senhor Marc Cherry, criador das Donas de casa desesperadas, na verdade, influenciou-se em 5 senhoras reais para criar as personagens da serie.
Quero lhes deixar assim na imagem seguinte, uma possível aproximação á realidade daquilo que seria, na minha humilde opinião, a verdadeira serie das Donas de casa desesperadas,com as referenciadas senhoras que influenciaram Marc Cherry.


















Certamente mais realista não?



Adieu!


Carlos Joaquim Ernanni

sábado, 17 de novembro de 2007

Consideração anti-natalícia


O que mais aprecio neste blog é sem duvida o facto de possuir um nome tão interessante.
Ainda não percebi na realidade qual é a ideia deste nosso tão bonito blog, mas o que é certo é que podemos falar de tudo aquilo que entendermos, ou não.
Podemos simplesmente fazer aquilo que é o mais facil, isto é, dizer que vamos postar algo ainda esta semana, e, na verdade, não postar nada.
É precisamente desta ideia que me surgiu a vontade de escrever algo, para quebrar decididamente a filosofia do "deixa p'ra'manha".
E que vos trago eu hoje então?
Não, não vou falar sobre a Paula bobone...
Vou antes falar da árvore de natal gigante, tão gigante que nos faz sentir uns verdadeiros Lilliputs, (é obvio que estou a usar a ironia) .
Haverá algo mais piroso do que uma árvore de natal em pleno centro do porto?
Ainda por cima a esconder a câmara municipal, que cá p'ra mim construiu a árvore na sua frente com o intuito de executar alguma manobra manhosa, ultra secreta, enquanto o Zé povinho se encontra "colado" a mirar a mesma árvore que obriga o hospital sto. António a ter mais gente nas filas das urgencias do que as do costume, visto que os tripeiros ganham torcicolos no pescoço de tanto olhar para uma árvore que ainda por cima é artificial...ufa...quase que me entalava com tanta palavra...
Enfim, p'ra acentuar a estupidez deste acontecimento, há realmente que dizer que custa de caralh* sair de casa com o grizo que faz la fora, p'ra estar a olhar cinco segundos para algo que na minha opinião não tem nada de bonito.
Se eu fiz isto?
Se eu lá fui?
Acho que é facil perceber que sim, se bem que fui obrigado.
Agora, a questão é outra, querem sentir a verdadeira magia do natal?
Não construam árvores deste tipo, ocupam espaço, não iluminem as ruas com ornamentos pirosos, não dêem o part-time ao Pai Natal que encontram em qualquer shopping, não montem árvores de natal em casa, não façam o presépio, e aluguem o filme " How the Grinch stole Christmas" para entrarem no verdadeiro espirito da coisa.
Natal é pegar no pouco dinheiro que tem na algibeira e ir as compras, é exaltar o consumismo, é pedir á esposa p'ra se vestir de mãe natal ou de rena e contribuir para o aumento da taxa de natalidade em Portugal.
Isto sim é ter espirito natalicio!
Não?!


Carlos Joaquim Ernanni

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Robinson Crusoé

Confesso que sempre associei a depilação ao universo feminino. Os actores de filmes pornográficos seriam a excepção que confirma a regra. Estes bisontes viveriam à base de uma espécie de Lei das Compensações que consistiria em compensar uma actividade abichanada com uma outra bastante máscula. Ora, nada mais másculo do que ajudar uma menina (avantajada) nos seus problemas de automóvel e conquista-la com um discurso…profundo.
Hoje em dia muitos homens se depilam, influenciados quiçá pela carequinha de Paco Bandeira. O mundo depilatório das mulheres está carregado de instrumentos que remetem para os “interrogatórios” da PIDE, já o mundo depilatório para alguns homens consiste numa gillette.
A ideia de um escroto lisinho enche nos de espírito natalício, mas isto de ter bolas de Natal no lugar de tintins pode ser desagradável. Do alto da minha ignorância no que a pêlos diz respeito, tenho uma noção apenas: quando cortados os pêlos engrossam. Falemos de um possível naufrágio, em que se o naufrago deu à costa de uma ilha deserta. Neste cenário e sem gillettes à mão: que seria da pentelheira do individuo que rapa em vez de depilar? Os pêlos púbicos cresceriam sob a forma e tamanho de manjerico? Qual o nome desta forma geométrica? Forma manjericona? Manjericonaça?! Que seria dos guizos? Crescer-lhes-ia barba? Assumiriam a forma de ouriços-do-mar? Isto não seria doloroso?! E o sexo nestas condições? Ordinarice ou sadismo?


Chiquito Hernandez

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

O povo unido jamais será vencido

Assistimos de vez em quando, nos meios noticiosos a palavras de ordem diferentes das lançadas nos anos 70: “cena chunga!”, “é roto!” e “huh?!” são novas expressões de agressividade, emoção e sentimento.
Os estudantes habituaram-nos a rir e eu estou-lhes grato. Encaro-os como uma paródia à época da revolução. Ora, as discotecas subsistem à custa das borbulhas dos sweet sixteen; meninos que têm o que querem e vêem-se livres do que não querem com uma velocidade capaz de por Obikwelu invejoso, autênticos principezinhos que comem bem e bebem melhor: compreendo a raiva deles.
É um facto que o ensino devia estar a par das novas exigências. Como decidir qual o modelo de telemóvel? Qual o sabor a acrescentar à vodka? Como vomitar sem sujar a roupa nova?! Estas questões poderiam se transformar em novas disciplinas e empregar centenas de professores actualmente no desemprego mas a FENPROF ficava sem grande coisa para fazer.
Paira no ar a leve suspeita de que as manifestações dos estudantes encobrem o desejo (único) de faltarem ás aulas. Esta visão egoísta, a meu ver, tem o seu valor: o conceito de “Manifestação” deixa de estar aliado a “Direitos”, “Luta” e “Mudança” e associa-se a “Rambóia”, “Acne” e “Estupidez”: É a língua portuguesa em constante movimento!
Mudam-se os tempos mudam-se as vontades.


Chi
quito Hernandez

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

pão

a partir de agora ele é a avril lavigne, cheira a pão e nao encontra lojas no porto que tenham gravatas retro. Ele é: A Avril de Aljobarrota